quarta-feira, 10 de março de 2010

terça-feira, 9 de março de 2010

Ruan Ferrari é natural de Salvador, Bahia. Moreno com seus olhos ligeiramente esverdeados, do alto dos seus um metro e oitenta centímetros, esbanja talento e sensualidade, evidenciando seu corpo escultural, nas passarelas e concursos de beleza masculina na capital soteropolitana.

Com vinte e dois anos de idade e menos de dois de carreira, Ruan participou de concursos de beleza Teen em sua cidade natal, quando foi descoberto acidentalmente. Figurando em seguida, um desfile em 2008 para marca Baiana de Marcelo Moura. A partir daí convites começaram a surgir e o bahiano de curvas perfeitas não parou mais, ganhou o concurso Mister Boy, ficou na segunda posição no Garoto Bahia e em terceiro no premio Best Boy, concurso que elege o mais belo garoto de Salvador. Além de desfiles para grifes locais.

Ruan mantêm o sonho de ingressar no futuro na polícia civil e desenvolver uma carreira sólida na corporação. Também cogita a possibilidade de cursar superior em nutrição, “cuidar do corpo, desde a alimentação ate uma vida saudável, sempre foi uma paixão” – dispara o baiano. Paralelo a estes sonhos ele não descarta a possibilidade de continuar modelando enquanto galga os degraus do seu objetivo maior.

Contatos & Eventos - 71"" 81809997 / 32119733
david.532@hotmail.com
O Lema de Ruan Ferrari - “Se eu tivesse o mundo aos meus pés e não tivesse amor, eu nada seria!”

segunda-feira, 8 de março de 2010

DIA INTERNACIONAL DA MULHER
"É fundamental repensar a sociedade de uma forma possível, fundamentada em novos valores e num novo prisma onde a tolerância e novos conceitos caminhem harmoniosamente em direção a igualdade para todos".


Mulheres Negras: reflexões sobre identidade e resistência
Nos estudos sobre gênero uma das tendências atuais mais promissoras indica que devemos pensar o feminino não como uma essência natural, mas como sendo constituído em consonância com uma estrutura que só pode ser compreendida se for contextualizada e se forem consideradas outras categorias classificatórias como classe, raça e etnia.
[ . . . ]
Segundo Judith Butler (2003: 20) “...se tornou impossível separar a noção de “gênero” das intersecções políticas e culturais em que invariavelmente ela é produzida e mantida.”
Em razão disso, uma das maneiras de compreendermos a situação da mulher negra no Brasil é nos orientarmos através dos indicadores que apontam para a sua condição sócio-econômica e ocupacional.
A observação da existência de desigualdade racial no mercado de trabalho pode ser comprovada através de dados do DIEESE, entre outros órgãos de pesquisa. Como já é mais do que sabido, os efeitos do preconceito no mercado de trabalho penalizam indivíduos negros que, em consequência, recebem rendimentos inferiores aos dos brancos.
[ . . . ]
Quando estudamos a relação gênero e raça, percebemos que o homem negro ocupa um patamar abaixo do da mulher branca quanto ao rendimento salarial. Mas as mulheres negras se encontram ainda mais abaixo na pirâmide ocupacional: recebem os menores salários mesmo que em muitos casos ocupem a chefia de sua família”
Rosangela Rosa Praxedes
FONTE

quinta-feira, 4 de março de 2010


A ARTE CENICA NUMA PERSPECTIVA AFRO-BRASILEIRA


Nascido em São Paulo e criado em Mogi das Cruzes o Ator Henrique Nogueira conheceu as artes cênicas cedo, ainda no ensino médio, nas aulas de educação artística da Escola Pedro Malozze. No ultimo ano do colegial o interprete participa do FESTEM ( Festival de Teatro Estudantil de Mogi das Cruzes ) com a peça “O CAVALINHO AZUL”, de Maria Clara Machado, ocasião em que seu grupo ganha os prêmios de melhor adaptação, 2º melhor espetáculo, e premio de ator destaque – para Henrique Nogueira, que no espetáculo, interpretou dois personagens “O Palhaço” e “A Velha que viu” – momento de grande emoção em sua carreira, pois foi o símbolo de um longo caminho a ser seguido, como uma seta apontando o futuro. Formado em Técnico em Arte Dramática com a 14ª turma pelo SENAC-SP em 2009 e antes disso em 2007, graduado como Tecnólogo em Gestão de Relações Humanas pela Universidade Braz Cubas. Pois como ele gosta de citar, sua mãe sempre o aconselhou a ter em vista uma carreira sólida, “fazendo antes algo que lhe desse condições de pagar as contas e subsidio para os estudos de artes cênicas até o dia em que a arte possa retribuir a gentileza”
Antes de formar-se como ator pelo SENAC, Henrique realizou diversas oficinas teatrais e por 5 anos esteve atuando ao lado do grupo TEM ( Teatro Experimental Mogiano ) que em 2010 completa 45 anos de existência.


Estas são as montagens e atuações mais recentes de Henrique Nogueira


Peça Teatral: Baal de Brecht
Personagem: Pastor

Peça Teatral: Alma Boa de Setsuan de Brecht
Personagem: Passante e ChuFu

Peça Teatral: Por Enquanto baseado em contos de Lygia Fagundes Telles
Personagem: Miguel do conto Os Objetos



ENTREVISTA com HENRIQUE NOGUEIRA


SB.Como o teatro afeta a sua vida?
HN.O teatro me ajudou a superar a timidez, e melhorou minha postura e a cada trabalho percebo um novo aprendizado....

SB.Quais foram as atuações que mais marcaram sua carreira?
HN.Eu gosto de uma que fiz em 2003 para um festival estudantil, porque esse momento é especial para mim, era um palhaço, da peça o Cavalinho Azul, de Maria Clara Machado. E o mais recente que foi Miguel de “Os Objetos” de Lygia Fagundes Telles, ele é esquizofrênico....


SB.Como você define um bom ator?
HN.Uau! essa é uma boa pergunta,,,,quando ele consegue se transformar....um exemplo é Matheus Nachtergaele.


SB.Como você percebe a presença negra hoje no cenário dramatúrgico brasileiro?
HN.As coisas estão caminhando, esses dias eu li um edital que priorizava trabalhos da Cultura afro...mas a dificuldade do negro está em todos os campos profissionais, no teatro não é diferente....

SB.No cinema americano por exemplo, já é comum vermos filmes e seriados com foco em personagens negros, feitos e direcionados para negros, no Brasil, essa realidade ainda não existe, Como voce enxerga essa “demora” em termos os negros também em primeiros plano no cenário artístico nacional ?
HN.Eu sempre digo que o buraco é mais embaixo, hoje quantos negros tem acesso à arte? E quantos negros tem a oportunidade de se profissionalizar?

SB.Quais são os atores que você considera como inspiração para seu trabalho?
HN.Essa é uma pergunta que vai envolver nomes, não só pelo talento mas também pela forma com que eles administram as suas carreiras: Toni Ramos, Lazaro Ramos, Thais Araújo, Matheus Nachtergaele, e como gosto muito de cinema americano, Will Smith, Heath Ledger, Johnny Deep.....
Atualmente Henrique Nogueira e a também atriz Sheila Dourado estão num processo de adaptação do conto “OS OBJETOS” para montagem de uma peça. Além disso o Ator também esta se profissionalizando em Dublagem pela Universidade de Dublagem de São Paulo.



Contatos & Eventos 11““ 7437.8773
henriquenc@terra.com.br

quarta-feira, 3 de março de 2010

Um exímio compositor e dono de uma das mais belas vozes do Brasil, Milton Nascimento é um dos destaques da música popular brasileira.

Despontou em meados de 60, quando foi classificado no II Festival da Canção, da Rede Globo, com as músicas "Travessia", "Morro Velho" e "Maria, Minha Fé". Percorreu uma trajetória que conta hoje com 29 discos, inúmeros shows pelo Brasil e pelo mundo e parcerias com músicos como Wayne Shorter, Pat Metheny, Peter Gabriel, Gal Costa, Carlinhos Brown, Gilberto Gil e Elis Regina. Conquistou o Oscar da música popular norte-americana, o Grammy, em 1998, com o álbum Nascimento (1997). Sua música, definida por ele mesmo como world music, é um sincretimo de estilos, onde mistura jazz, blues, rock e música latina, e temas, como sua terra, Minas Gerais, a negritude e o cristianismo.
Carioca de nascimento, filho de uma empregada doméstica, foi adotado e mudou-se, com 1 ano, para Três Pontas. Suas primeiras notas musicais foram tiradas de um acordeão, que ganhou de aniversário. Vieram depois o violão e o piano. Adolescente, ao mesmo tempo que trabalhava como disk-jockey, locutor e diretor na Rádio Três Pontas, formou o conjunto Luar de Prata, que contava com a presença do maestro Wagner Tiso. Nos anos de 1963 e 1964, cantando nas madrugadas como crooner, surgiu o grupo W’s Boys, formado por Tiso e seus irmãos: Waltinho, Wilson e Wanderley. Em Belo Horizonte, para onde se mudou em 1963, para prestar o vestibular para Economia, tocando com a banda Berimbau Trio, ainda com Tiso, tornou-se amigo de Lô Borges e de Beto Guedes e dos poetas Márcio Borges e Fernando Brant, que marcariam o início dos anos de 1970 com o exuberante Clube da Esquina.
Mudando-se para São Paulo, em 1966, conheceu Elis Regina, que gravou sua primeira música, Canção do Sal. Em 1967, foi a vez do Festival da Canção, quando ganhou o prêmio de melhor intérprete por Travessia (parceria com Fernando Brant). A seguir, excursionou pelos Estados Unidos, onde gravou Courage (1968). Ao voltar, lançou o álbum duplo Clube da Esquina (1972) e um de seus maiores sucessos nacionais: "Milagre dos Peixes" (1974), um disco com orquestra. Seguiram-se, entre outros, "Native Dancer" (1975), "Minas" (1975), "Geraes" (1976), "Clube da Esquina nº 2" (1978), "Yauaretê" (1990), "Txai"(1990), "Ângelus "(1993), "Amigos" (1995) e "Crooner" (1999).

terça-feira, 2 de março de 2010


O tempo apenas aprimora as boas coisas... enquanto trata de eliminar o que não nos é útil. É com esta frase no coração que viemos com alegria anunciar o retorno das publicações da SoulBlack.Wear Brasil – o espaço da cultura negra nacional. Após um breve período de pausa, estamos de volta com postagens semanais, sobre os diversos temas que já tratamos aqui e mais outros que vamso passar a tratar !

ACOMPANHE E DELICIE-SE !
Editorial SoulBlack.Wear.Brasil